terça-feira, dezembro 27, 2005

Palco do show

Nunca na minha vida pensei que fosse casar num local chamado Mansão Cristal. Mas agora isso é o que mais desejo, ansiosamente espero, e é esse mesmo o nome do salão onde vou desposar Paula Giovanna no dia 22 de abril de 2006, em Goiânia. E, como havia prometido dar mais detalhes sobre o casório, abaixo estão fotos da tal mansão. É grande pra caramba, mas tinha de ser, afinal, as famílias Guimarães e Ribeiro, de minha futura mulher, têm mais ou menos metade dos habitantes de Goiás e Minas Gerais. Ainda assim, acho que vai dar pra acomodar uma meia dúzia de convidados meus na festa.

Agora, vamos ao que interessa: vai ter muita comida, muita bebida (uísque Red Label, cerveja e, provavelmente, caipirinha para os afeitos aos deleites do álcool) e música boa pra dançar (destaque para o rock'n'roll, mas haverá também outros ritmos para satisfazer todos os convidados, com exceção de sertaneja, eletrônica e hip hop, eca!). No site do salão (www.buffetcristal.com.br), consta o cardápio do bufê. É coisa pra caramba, ainda não escolhemos o que vamos oferecer aos convidados (fizemos apenas uma degustação, temos muito o que comer até tomar essa decisão), mas vale a pena dar uma olhada pra ter idéia do que vai ser o rango (vale opinar, só não digo que levaremos a sugestão em consideração).

Os convites pra festança já saíram da gráfica e daqui a pouco estarão sendo distribuídos, quentinhos, para os eleitos. Fiquem calmos, controlem a ansiedade, mas já reservem grana para comprar bons presentes para os noivos. Além do show do U2, nenhum outro evento em 2006 terá a magnitude do casamento de Paula Giovanna e Marcos Adriano.


sábado, dezembro 24, 2005

Amigos alcoólicos


Beber cerveja é uma arte que comecei a desenvolver há cerca de 15 anos, quando ingressei num curso na UnB em que essa atividade é pré-requisito: Comunicação. Lá, conheci uma galera divertidíssima, unida até hoje, que foi minha aliada nessa aventura pelo mundo da bebida alcoólica fermentada à base de cevada.

Bem, os anos foram passando, e, não sei bem quando, iniciou-se uma tradição que tem tudo para tornar-se milenar: o AMIGO ALCOÓLICO. Todos os anos, nos reunimos para celebrar nossa paixão irrestrita à cerveja, à cachaça, ao vinho, ao uísque, enfim, a tudo que transforma nossos neurônios em loucos ensandecidos saltando em nosso cérebro. Cada um leva um exemplar desses líquidos fantásticos, sorteamos na hora nosso amigo alcoólico, trocamos os presentes, bebemos, bebemos e bebemos. Foi realmente uma idéia brilhante esse amigo alcoólico. E deixo aqui a pergunta: quem foi o gênio que teve essa idéia? Estava sóbrio ou encachaçado quando surgiu essa fabulosa revelação?

Há uma semana, realizamos mais uma edição do amigo alcoólico. Agora abrilhantada pela presença de nossa chopeira, devidamente abastecida pelo chope da Stadt Bier. Pena que os 15 litros que compramos foram embora rapidinho. Ah, essa é a chopeira que citei em um texto antigo do blog. Somos dez ébrios sócios que têm os direitos etílicos sobre o equipamento (confiram na foto abaixo). Ele roda por aí em churrascos, festas e confraternizações. Outra idéia brilhante, a aquisição desse instrumento de embriaguez. Esta de autoria do Julio, um digno apreciador de cerveja e afins, capaz de sorver as piores porqueiras pelo simples prazer de experimentar toda e qualquer bebida nesse mundo que contenha álcool. É ele que aparece na foto acima, um pouco atrás de mim, dando nítidos sinais de que já não havia muito sangue no seu álcool naquele momento.

Essa saga alcoólica muito foi enriquecida com o surgimento de variedades até há pouco tempo desconhecidas da maioria dos pobres mortais, como as cervejas de trigo, hoje popularíssimas. Eu, particularmente, hoje me deleito com exemplares como a Bohemia Weiss, a Erdinger e a melhor de todas que conheci até o momento: a Paulaner.

Na foto, estou exibindo outra variedade, a Red Ale, nesse caso da Baden Baden, cervejaria tupiniquim produzida em Campos do Jordão. Pena que não pude apreciá-la devidamente no dia, porque, enquanto entregava o presente que comprei para meu amigo alcoólico Guber – três exemplares da Eisenbahn (weiss, pilsen e dunkel) –, outros companheiros etílicos (Bruno, Julio e sei lá que outros ladrões de cerveja) trataram de não deixar gota sobre gota do presente que a Dri me deu.

Toda essa evolução cervejeira chegou a níveis divinos, a ponto de surgir a belga Deus. Não sei se é boa, e provavelmente nunca vou saber, porque 200 reais por 600ml de cerveja eu não desembolso nem completamente alcoolizado.

Quem quer conhecer mais sobre nossa amiga-amante cerveja pode dar uma navegada pelo site @ cerveja (www.acerveja.com.br), que descobri agora e parece bem interessante. Ele esclarece, por exemplo, a diferença entre chope e cerveja e derruba mitos como o da importância da água no gosto da cerva. Abaixo, uma piada extraída do site.

É isso, amigos. Saúde! Cheers! Ucarasbarremim!


Dois bêbados estavam no bar há mais de três horas enchendo a cara, até que um pergunta pro outro:
-Onde é que você mora?
-Eu moro aqui na rua do lado...
-Porra! Eu também... Mas nunca te vi por aqui...
-Minha casa é a da esquina...
-PORRA! A minha também é na esquina...
-A minha é aquela amarela...número treze.
-Péra lá! Mas essa é minha casa, porra!
-Não senhor! É muito minha!

Então resolveram solucionar este mistério e foram os dois na direção da tal casa:
-É aqui que eu moro!
-IMPOSSÍVEL! Quem mora aqui sou eu!
-CARAMBA! Se eu tô falando que moro aqui é porque moro!
-De jeito nenhum!Tá me chamando de mentiroso?
-To sim, essa casa é minha!
-Não, é minha!
-Minha!
-É minha!

E ficaram os dois naquele papo furado ate que a porta se abre, uma senhora aparece puta da vida e diz:
-BONITO, né! Pai e filho bêbados discutindo no portão!


sexta-feira, dezembro 23, 2005

Arrombaram meu carro

Que merda! Fui ao UK Brasil Pub ontem à noite ver um showzinho de rock e dar os parabéns para meu amigo Carlão, novo integrante da turma dos trintões, e, quando voltei para a quadra residencial onde havia estacionado meu Palio, eis que a maçaneta está quebrada, a fechadura danificada (acho que meteram uma chave de fenda pra abrir a porta) e tinham levado meus óculos escuros da Chilli Beans e a camisa da Taco que tinha comprado de presente para o aniversariante - foi mal, Carlão!

Puta que pariu, nessas horas dá vontade de ficar de tocaia esperando algum mané chegar perto de qualquer carro, surpreendê-lo e enchê-lo de porrada! Pelo menos não tinha mais nada de valor dentro do carro, tipo uma mochila com cem CDs. Mas sinto um preju considerável se aproximando para consertar a maçaneta. Liguei para a concessionária e o cara da lanternagem disse que, dependendo da extensão do dano, o conserto pode sair por uns 500 reais! Vai se fuder! E o idiota aqui levou o carro outro dia pra revisão, teve a chance de instalar um alarme, mas deixou pra depois, porque está gastando muito dinheiro com casamento e presentes de Natal, fora a própria revisão. Mas pagou 180 reais pra colocar película nos vidros, sendo que um colega meu da Câmara gastou 60 reais, um terço do que paguei, pelo mesmo serviço. Mas eu autorizei sem pensar, esquecendo que esse tipo de serviço em concessionárias é um roubo! Besta quadrada!

Bem, esse texto revoltado serve pra trazer meu blog de volta ao mundo dos vivos. Não se empolguem, porém, meus fãs incondicionais. Sabe-se lá se vou demorar mais seis meses pra escrever alguma coisa. Adiós, muchachos e muchachas!