Fazer o que, eu vou fazer o quê?
Tenho sentido que minha audiência está caindo. Taí do lado o contador de acessos que não me deixa mentir. Alguns fiéis espectadores reclamam que tenho escrito pouco, outros querem textos mais criativos, aventuras saborosas, obras de arte literárias. Putz, quanta pressão! Meus neurônios nunca precisaram trabalhar tanto, e ainda por cima não ganho um tostão pra alimentar esse blog metido a besta.Agora, por exemplo, o que posso escrever? Absolutamente nada de interessante vem à minha mente brilhante. Ainda assim, essa já é a sexta linha desse borne (não me perguntem o que significa essa palavra bisonha, coloquei “post” no tradutor do Alta Vista e saiu isso). É a arte da enrolação, desenvolvida em anos e anos de jornalismo.
People do meu Brasil, eu prometo que trarei do fundo do baú histórias do arco da velha, apontarei meu olhar perscrutador para as mazelas do dia-a-dia e produzirei textos fantásticos, fenomenais, espetaculares, incríveis, maravilhosos, soberbos, hilariantes e dignos de todos os adjetivos adequados que meu pobre vocabulário desconhece. Mas, antes de me despedir, listo abaixo um questionário com pérolas da grande dupla de dois Paulo Bonfá e Marco Bianchi, algumas delas já amplamente propagadas por débeis mentais do quilate de Felipe Coala Gay Campbell e Luiz Roberto Camelo das Arábias Magalhães – acabo de pescá-las na apresentação do VMB na MTV:
- Qual o resultado do cruzamento do quero-quero com o pica-pau?
- Você é um cara fechado, tímido, ou é um cara metido?
- A princípio, você parece um cara sério. Mas, por acaso, por trás você é todo gozadinho?
- Sei que você cuida bastante da alimentação. Você gosta de verdura?
Sem mais, fico por aqui. Não sem antes dar um conselho providencial, bem lembrado pelo indefenestrável Marco Bianchi:
“Se a vida lhe der as costas, passe a mão na bunda dela”

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